sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Petit Gâteau!!! Uh-lá-lá!!
Ontem, finalmente, fizemos o petit gâteau tão esperado. Havia prometido a filhota e ao Renan que faríamos juntos... O tempo foi passando, a correria do dia a dia... Mas valeu a espera.
Ficaram M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O-S
Petit gâteau (pronuncia-se petí gatô) é um pequeno bolo de chocolate com casca crocante e recheio cremoso, que se serve quente, geralmente acompanhado de sorvete de creme (eu servi com sorvete napolitano). Uma verdadeira tentação, irresistível...
Bem mais simples e mais fácil de ser feito do que se imagina, o petit gâteau tem, entretanto, três pequenos segredos. O primeiro é bater bem a massa - bem mesmo, quanto mais bater, melhor fica. O segundo segredo é deixar a massa, já nas forminhas, na geladeira por pelo menos quatro horas. E o terceiro segredo é assá-lo em forno bem quente, pelo tempo suficiente para tornar consistente as laterais da massa e deixar o miolo cremoso.
Estando atento a todos os detalhes, dificilmente o petit gâteau dá errado. Caso aconteça, não desista, pois vale a pena e, mesmo passado do ponto o petit gâteau é uma delícia.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Feliz... Ano Velho!!!
É chegada a hora! Dia 31 de Dezembro, 23h30... Logo logo começa a contagem! "Liga a TV pra gente ver os fogos em Copacabana!" 10... 9... 8... 7... 6... (e os dez segundos mais longos do ano inteiro!) enfim: FELIZ ANO NOVOOOO!!!!
Abraços, votos de felicidades, brindes, promessas... E o ano começa, e tudo é esquecido. Voltamos ao stress, ao sedentarismo... E o velho ano novo recomeça.
Se a mudança não for real, não vier de dentro, sorry, mas tudo continuará absolutamente igualzinho no mês passado. O virar do relógio da meia noite para meia noite e um não fará você ser uma pessoa melhor. É preciso atitude! E individual. Sim, porque não podemos mudar o mundo. Mas começando por nós mesmo já é uma grande coisa.
Esse ano eu aprendi que depositar a felicidade em outra pessoa é o caminho mais curto para a infelicidade. Que não posso mudar ninguém (por mais que eu queira). Aprendi que algumas convenções são hipócritas e me permiti viver com menos preconceitos. Comecei a gostar de tomate seco e de frisante. Percebi que correr atrás da felicidade é mais difícil que eu pensava, mas o caminho é delicioso. Redescobri paixões antigas (escrever foi uma delas) e experimentei novas paixões. Decidi não mais abaixar a cabeça para o que vai contra o que eu penso. Aprendi também que cada pessoa tem seu tempo e que é preciso respeitar isso. Esse ano eu descobri o quanto posso ser intensa, e o quanto posso ser fria. Amei muito. Bebi pouco. E conheci pessoas especialíssimas que serão eternas.
Como todo mortal também tenho algumas metas para o ano que vem: abraçar menos o mundo; exercitar a paciência (isso tem que ser diário, porque tá F........); tentar me preocupar menos; levar a vida mais leve; viajar; estudar; rir mais; dançar mais; beber mais; amar (continuar amando muuuuito); e pensar mais em mim, essa é a minha principal promessa de ano novo, cultivar um pouco do egoísmo em prol do meu bem estar e dos que me cercam também.
Mas não vou escrever uma listinha e dar um "ok" em item por item. É um processo natural, de evolução humana. A mudança vem de dentro, e desde já. Não é preciso esperar dia 01 de Janeiro para começar por uma nova estrada. A vida é uma constante, o mundo muda toda hora e o tempo é precioso demais pra nos darmos ao luxo de desperdiçá-lo com um: "ano que vem eu começo". O verdadeiro ANO NOVO está aí dentro, e pode começar quando você bem entender!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
Alguém já disse isso...
Prefiro o inferno do amor, ao céu sem ele...
Prefiro a doença do amor, a saúde sem ele...
Prefiro a insônia do amor, ao sono suave sem ele...
Pois, somente quem nunca experimentou o profundo amor...
Prefiro a doença do amor, a saúde sem ele...
Prefiro a insônia do amor, ao sono suave sem ele...
Pois, somente quem nunca experimentou o profundo amor...
Vegeta na normalidade do nada.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Fantasiar...
Reprimir as nossas fantasias é uma amputação. Somos o que vivemos e também o que deliramos, sonhamos, projetamos, inventamos e ousamos. Verbos raramente praticados no nosso santificado dia a dia. Fantasiar não se resume a imaginar uma cena de sexo no elevador. É imaginar-se apartado do quotidiano conhecido, vivendo emoções mais arrebatadas, sendo uma pessoa totalmente diferente do que se é.
Lantejoula, maquiagem, pouca roupa, cores fortes: a gente tem tudo isso em estoque, nem precisa de produção. Basta fechar os olhos e olhar para dentro. Há milhares de possibilidades de sensações a serem desfrutadas sem prejuízo algum para os outros ou para nós mesmos. É o mínimo que a gente merece depois de tantos anos de, digamos, trabalhos forçados.
Passamos a vida inteira cumprindo o que esperam de nós, respeitando os sinais de trânsito, pagando os impostos em dia, decorando senhas, sendo gentis, solidários, pacientes, chegando pontualmente ao trabalho, sendo ótimos pais e mães, ótimos filhos e filhas, fazendo a casa funcionar, economizando centavos, cuidando da higiene, ouvindo desaforos de quem não nos compreende, e sem esboçar reação alguma, tudo para contribuir com a paz no mundo. Levantamos todo o santo dia com disposição: da cama para o banho, do banho para o trabalho, dia após dia, porque faz parte da vida seguir as regras e ser um sujeito decente, e não há nada de errado com isso .
E o nosso lado Marylin Monroe, Al Capone, serial killer, James Dean, Sharon Stone, viking, Cinderela? Tudo o que nos fascina, horroriza e diverte: por que não experimentar sem sair do lugar?
Fantasiar é inofensivo, saudável e de graça. Ajuda a perder peso, e não a perder o controle. Muito pelo contrário: quem tem medo do próprio pensamento é que já está comprometido.
Lantejoula, maquiagem, pouca roupa, cores fortes: a gente tem tudo isso em estoque, nem precisa de produção. Basta fechar os olhos e olhar para dentro. Há milhares de possibilidades de sensações a serem desfrutadas sem prejuízo algum para os outros ou para nós mesmos. É o mínimo que a gente merece depois de tantos anos de, digamos, trabalhos forçados.
Passamos a vida inteira cumprindo o que esperam de nós, respeitando os sinais de trânsito, pagando os impostos em dia, decorando senhas, sendo gentis, solidários, pacientes, chegando pontualmente ao trabalho, sendo ótimos pais e mães, ótimos filhos e filhas, fazendo a casa funcionar, economizando centavos, cuidando da higiene, ouvindo desaforos de quem não nos compreende, e sem esboçar reação alguma, tudo para contribuir com a paz no mundo. Levantamos todo o santo dia com disposição: da cama para o banho, do banho para o trabalho, dia após dia, porque faz parte da vida seguir as regras e ser um sujeito decente, e não há nada de errado com isso .
E o nosso lado Marylin Monroe, Al Capone, serial killer, James Dean, Sharon Stone, viking, Cinderela? Tudo o que nos fascina, horroriza e diverte: por que não experimentar sem sair do lugar?
Fantasiar é inofensivo, saudável e de graça. Ajuda a perder peso, e não a perder o controle. Muito pelo contrário: quem tem medo do próprio pensamento é que já está comprometido.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O apanhador de sonhos...
Um velho xamã Sioux (do sudoeste norte-americano) subiu no topo de uma montanha para ter uma visão. O grande espírito mágico Iktohmi, apareceu na forma de uma aranha e se comunicou usando a linguagem sagrada. A aranha (Iktohmi ) tomou das mãos do xamã um aro que ele trazia e começou a tecer uma teia com as oferendas que estavam com ele -plumas, crinas de cavalo e sementes. Enquanto tecia, o espírito falou sobre os ciclos da vida, desde o nascimento até a morte e sobre as forças boas e más que atuam em nós, em cada uma dessas fases.
Dizia ele: Se escutas as forças boas, elas te guiarão na direção correta e trarão a harmonia da natureza. Do contrário, levarão a direção errada causando dor e infortúnio.
Quando parou de tecer, o espírito mágico devolveu ao xamã o aro com uma teia ao centro e disse: No centro que está a teia, representa o ciclo da vida. Utiliza para ajudar o teu povo a alcançar os objetivos fazendo o bom uso dos sonhos, idéias e visões. Se você crê em algum grande espírito, a teia filtrará teus sonhos e visões, porque eles vem de um lugar chamado espírito do mundo que ocupa o ar da noite, com os sonhos bons e maus.
Terminou dizendo:
O apanhador de sonhos deve sempre estar pendurado para que a teia se mova livremente e consiga apanhar os sonhos que ainda estão no ar. Os sonhos bons sabem o caminho e deslizam suavemente pelas plumas e sementes até alcançar quem está dormindo. Os pesadelos ficarão presos no círculo central da teia até que nasça o sol - momento que estas energias negativas morrem com a primeira luz do dia.
Esse círculo é conhecido como "dreamcatcher" (apanhador de sonhos). Aqui no Brasil é chamado de Filtro dos Sonhos ou Coletor de Sonhos.
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